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9.11.20
16.9.19
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Ensaio > CR-V Hybrid i-MMD Lifestyle 2WD
Com um largo historial de sucesso mundial, o CR-V é uma das ofertas mais fortes que a Honda tem no mercado europeu. O SUV familiar da marca japonesa renova-se com uma nova geração mas também com a adoção de novas tecnologias, abraçando o sistema híbrido como modo de propulsão e como meio de se tornar também mais amigo do ambiente.
11.6.19
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Ensaio > Jazz 1.5 i-VTEC Dynamic
Na sua terceira geração, o mais pequeno dos Honda (no mercado nacional, pelo menos) recebeu a atualização de meia vida no ano passado, chegando aos concessionários portugueses no início deste ano com a introdução de uma motorização mais vitaminada de 1.5 litros, presente também no HR-V com o qual partilha a plataforma.
8.4.19
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Ensaio > Civic 1.6 i-DTEC 9AT Executive Premium
Depois de testarmos todas as variantes do Honda Civic, a gasolina e diesel, de transmissão manual e CVT, não podíamos deixar para trás a que provavelmente será filha única nas gerações que se seguem (particularmente se a Honda cumprir com o anunciado e terminar de vez com a oferta diesel).
Para o primeiro ensaio do ano submetemos aquela que, a acreditar no advento da extinção diesel, poderia muito bem ter sido designada de edição limitada, a quase 800 km de variados cenários de longas retas de estradas nacionais, extensos percursos curvilíneos de serra, auto-estrada e um pouco de circulação urbana.
DESIGN E EQUIPAMENTO
Em termos visuais tudo permanece igual, para além da ausência da manete das mudanças, não existe nada nesta versão do Civic que a destaque ou diferencie das outras, ou que denuncie à primeira vista tratar-se de um automático, e muito menos de um automático a diesel.
Apesar do design da 10ª geração já não ser estranho e quase passar despercebido nas metrópoles mais movimentadas e densamente populadas, nas pequenas urbes do interior ainda consegue suscitar curiosidade e revirar cabeças.
Apesar do design da 10ª geração já não ser estranho e quase passar despercebido nas metrópoles mais movimentadas e densamente populadas, nas pequenas urbes do interior ainda consegue suscitar curiosidade e revirar cabeças.
Se no Civic a gasolina somos presenteados com uma transmissão automática CVT de 7 velocidades, no 1.6 i-DTEC a Honda optou pela automática de 9 velocidades operada por botões, limpando a consola central de um "poste" entre o lugar do condutor e do pendura.
Para além de despertar a curiosidade dos olhares de terceiros, a ausência da manete das mudanças é algo que se estranha quando entramos no carro, mas acaba por ser um conceito que, após uma breve análise da disposição dos botões, se interioriza rapidamente e que no decorrer da condução se opera instintivamente tal como com a manete.
Em termos de equipamento nada difere das restantes versões equipadas com o nível Executive Premium, estando presente a ligação aos smarthpones, carregamento NFC, internet, entradas USB, HDMI e a tradicional 12V tipo isqueiro, apoio de braço, sistema de info-entretenimento, pacote completo de segurança Honda Sensing, câmara traseira, sensores de estacionamento, de luz e chuva, apoio às luzes de máximos, entre tantos outros.
MOTOR E CONSUMOS
O motor 1.6 i-DTEC, apesar de ser um pouco atraiçoado pela transmissão, continua aqui a mostrar-se uma mais valia, quer nos consumos quer no comportamento, com uma apta resposta em todos os regimes.
O motor 1.6 i-DTEC, apesar de ser um pouco atraiçoado pela transmissão, continua aqui a mostrar-se uma mais valia, quer nos consumos quer no comportamento, com uma apta resposta em todos os regimes.
Embora o motor seja o mesmo que equipa a versão de transmissão manual, no 9AT o tempo de aceleração dos 0-100 km/h é ligeiramente maior, mais precisamente 0,7 segundos (de acordo com a marca). Um facto pouco percetível não fossem as duas primeiras relações que, embora de forma um pouco mais ténue comparativamente às tradicionais CVT, continuam a dar a sensação de motor em esforço durante o arranque. Esta sensação é ainda mais percetível num arranque inicial com o carro em posição desfavorável, como por exemplo numa subida, notando-se mesmo uma apatia desconfortável até o motor acordar, como se este estivesse à espera de algo que lhe desse vida (o arranque do turbo às 1400 rpm).
No entanto, se pisarmos no acelerador com mais convicção de forma a subirmos rapidamente o binário e apressarmos o disparo do turbo, este efeito é notoriamente reduzido e o motor mostra mais prontamente e de forma audível a sua força. Também com a caixa de velocidades em modo "S" (sport) este retardamento é reduzido, para além de ficarmos com uma resposta ligeiramente, mas notoriamente, mais dinâmica e competente.
Curiosamente, a relação de marcha-atrás "R" que deveria ter um comportamento progressivo e dilatado requer algum cuidado pois, ao contrário do arranque em "D", se largarmos o travão de súbito, a aceleração dá-se quase instantaneamente e de forma energética.
Quando em andamento, a troca automática entre as restantes velocidades faz-se de forma bastante suave e praticamente impercetível, salvo quando nos deparamos com os percursos mais exigentes de serra onde o sistema automático parece não conseguir avaliar muito bem a necessária rapidez na mudança durante uma condução mais desportiva, ficando ou mudando para uma mudança mais alta do que a desejada em curva ou com uma mudança demasiado baixa para o travamento do motor durante uma descida. Também nestas situações o posicionamento da caixa em "S" ou a utilização do modo sequencial através das patilhas, resolvem o assunto.
Resumidamente, embora o fosso existente no arranque até ao disparo do turbo ainda se faça notar, esta caixa automática apresenta um comportamento suave e eficaz, mas requer uma certa habituação ao seu comportamento e desempenho para se tirar o melhor proveito dela. São quase tantas as velocidades como os dedos que temos nas mãos que, inevitavelmente, surge a dúvida se na realidade são todas usadas. Na maioria dos casos apenas as 7 primeiras o são, as duas últimas surgem quando a velocidade assim o exige.
Em matéria de consumos, relativamente à versão 6MT do Civic diesel, o 9AT mostrou-se um pouquinho mais sedento que o irmão "manual" (quase +0.5 lt/100km), mesmo com o modo ECON sempre ligado. Ao longo do ensaio tornou-se evidente que a caixa manual de 6 velocidades se relaciona melhor com o motor 1.6 diesel e isso reflete-se também nas emissões de CO2, com menos 18 g/km a serem lançados na atmosfera do que com esta versão automática.
O consumo combinado anunciado do 9AT é de uns meros 4.1 lt/100 km. O consumo combinado registado no término do ensaio foi de 5.6 lt/100km, sendo que o valor mais baixo exibido foi momentaneamente de 4.4 lt/100km após um percurso de velocidade cruzeiro a 50 km/h numa realmente bastante longa reta de uma nacional. Pelo meio, registamos valores entre os 5.9 e 7 lt/100km em urbano (5%), entre os 4.9 e 5.4 lt/100km em extra-urbano (60%) e entre os 5.1 e 5.6 lt/100km em auto-estrada (35%).
COMPORTAMENTO
Esta versão automática do Civic diesel acaba por ter um comportamento bastante familiar ao da versão CVT a gasolina. Em cidade sobressai a leveza da direção e o descanso da perna esquerda na ausência das constantes mudanças de velocidades, assim como o conforto da suspensão nos pisos mais irregulares. Em estrada, o ênfase vai para a suavidade do rolamento nas vias mais rápidas, e para a precisão da direção e competência do comportamento do chassis e da suspensão nas mais sinuosas.
No entanto, nem tudo são rosas e tal como com a transmissão CVT, numa condução mais desportiva e exigente, esta 9AT reage um pouco lentamente na posição "D", mas apesar de eventuais seleções desajustadas de velocidades por parte da transmissão automática com a caixa nesta posição, o chassis lidou com grande competência o comportamento mais solto em curva. Para eliminar este comportamento, basta utilizar a posição "S"e desfrutar de uma condução desportiva de forma mais equilibrada e confiante. Para termos uma ligação mais direta e controladora com o carro, podemos recorrer à mudança manual das velocidades através das patilhas no volante.
Basicamente, temos um carro que por um lado oferece conduções calmas e andamentos suaves quando na posição "D", e por outro disponibiliza uma disposição mais ativa e uma resposta mais rápida para os mais impacientes quando selecionada a posição "S", sendo que neste último caso, esta opção se irá refletir inevitavelmente num aumento do consumo.
A "bipolaridade" da suspensão adaptativa é outro dos pontos fortes do Civic e uma mais valia nos dias de hoje, tornando o carro mais polivalente para quem gosta de desfrutar tanto de conduções calmas como das mais apressadas. Dá-nos a possibilidade de optarmos por uma suspensão mais confortável para viagens longas e pisos degradados, ou por uma desportiva que, embora ligeiramente mais rígida, não compromete de forma drástica o conforto e potencia o comportamento do chassis aumentando a segurança.
Se à condução com a caixa na posição "S" juntarmos a seleção da suspensão na posição "Dynamic", então podemos tirar o máximo partido do excelente comportamento da plataforma do Civic.
O conforto no Civic 1.6 i-DTEC 9AT não é apenas dado pela suspensão, boa ergonomia dos bancos, posição de condução e pelo espaço interior, mas o facto de ser automático dá-nos também a oportunidade, pelo menos neste nível de equipamento, de utilizar o modo auxiliar "piloto automático" que supervisiona o posicionamento do carro na faixa de rodagem onde nos encontramos e controla a nossa velocidade e a distância ao carro da frente, tornando a viagem mais segura e "paisagísticamente" desfrutável.
No entanto, nem tudo são rosas e tal como com a transmissão CVT, numa condução mais desportiva e exigente, esta 9AT reage um pouco lentamente na posição "D", mas apesar de eventuais seleções desajustadas de velocidades por parte da transmissão automática com a caixa nesta posição, o chassis lidou com grande competência o comportamento mais solto em curva. Para eliminar este comportamento, basta utilizar a posição "S"e desfrutar de uma condução desportiva de forma mais equilibrada e confiante. Para termos uma ligação mais direta e controladora com o carro, podemos recorrer à mudança manual das velocidades através das patilhas no volante.
Basicamente, temos um carro que por um lado oferece conduções calmas e andamentos suaves quando na posição "D", e por outro disponibiliza uma disposição mais ativa e uma resposta mais rápida para os mais impacientes quando selecionada a posição "S", sendo que neste último caso, esta opção se irá refletir inevitavelmente num aumento do consumo.
A "bipolaridade" da suspensão adaptativa é outro dos pontos fortes do Civic e uma mais valia nos dias de hoje, tornando o carro mais polivalente para quem gosta de desfrutar tanto de conduções calmas como das mais apressadas. Dá-nos a possibilidade de optarmos por uma suspensão mais confortável para viagens longas e pisos degradados, ou por uma desportiva que, embora ligeiramente mais rígida, não compromete de forma drástica o conforto e potencia o comportamento do chassis aumentando a segurança.
Se à condução com a caixa na posição "S" juntarmos a seleção da suspensão na posição "Dynamic", então podemos tirar o máximo partido do excelente comportamento da plataforma do Civic.
O conforto no Civic 1.6 i-DTEC 9AT não é apenas dado pela suspensão, boa ergonomia dos bancos, posição de condução e pelo espaço interior, mas o facto de ser automático dá-nos também a oportunidade, pelo menos neste nível de equipamento, de utilizar o modo auxiliar "piloto automático" que supervisiona o posicionamento do carro na faixa de rodagem onde nos encontramos e controla a nossa velocidade e a distância ao carro da frente, tornando a viagem mais segura e "paisagísticamente" desfrutável.
VALORES
O Civic 1.6 i-DTEC 9AT está disponível em 3 níveis de equipamento: Elegance Navi, Executive e Executive Premium. Os preços variam entre os 31.625€ e os 35.425€ da unidade ensaiada.
Fique também a conhecer a nossa opinião sobre a versão diesel de transmissão manual: Ensaio > Civic 1.6 i-DTEC Executive Premium
C. Ruivo
Fique também a conhecer a nossa opinião sobre a versão diesel de transmissão manual: Ensaio > Civic 1.6 i-DTEC Executive Premium
C. Ruivo
25.3.19
a
25.3.19
Honda CR-V Hybrid > as primeiras impressões
Este fim de semana, num evento de pré-lançamento que decorreu em Cascais, a Honda portuguesa apresentou o novo CR-V através da nova versão híbrida, dando-nos a oportunidade de termos um primeiro contacto com o modelo.
O Honda CR-V Hybrid i-MMD é a mais recente aposta da marca japonesa numa era de eletrificação automóvel. Depois de anunciar a desistência das ofertas diesel, o Hybrid vem tomar o lugar do 1.6 i-DTEC com a motorização 2.0 i-VTEC a gasolina de 145 cv ajudado pelo motor elétrico, disponibilizando um total de 184 cv de potência e 315 Nm de binário, e com caixa automática de relação fixa.
A quinta geração do CR-V conta com 5 ou 7 lugares, tração 2WD e AWD, embora o híbrido esteja apenas disponível com 5 lugares e na segunda variante com o nível de equipamento de topo.
Esteticamente o novo CR-V mantém as linhas e formas robustas familiares às gerações anteriores mas, nesta nova geração, o SUV apresenta-se com um olhar mais "robótico" e futurista dado pelos faróis dianteiros em LED que quase parecem fazer parte da grelha central, e pelos traseiros que mantêm a orientação vertical mas agora com um formato em "L", estando também mais esculpidos e salientes.
Os interiores continuam sóbrios q.b., apresentando nesta nova geração aplicações standard a imitar madeira que poderão ser substituídos, via pacote de acessórios (por mais 329€), por uns metálicos padronizados semelhantes aos do Civic. A ergonomia dos bancos continua a oferecer um apoio e posição de condução confortáveis. Mas, no habitáculo, o que salta mais à vista é mesmo a falta da habitual manete das mudanças, algo que primeiro se estranha mas que rapidamente nos acostumamos.
O novo CR-V Hybrid oferece 3 modos de condução: o modo normal de combustão, o modo híbrido e o modo 100% elétrico. A transição entre os três é totalmente impercetível e acionada sem intervenção humana, é o veículo que decide o que usar, quando usar. O SUV conta ainda com um modo "Sport" o qual é acionado manualmente dando um pouco mais de vigor ao andamento e tornando o arranque mais energético. Dado que o veículo assume que neste modo o condutor se encontra em total controlo, a alteração para o modo totalmente elétrico obriga à paragem do veículo. O mesmo já não acontece se a alteração for para o modo híbrido, bastando para isso desligar quer o modo "Sport" como o modo EV.
A nova transmissão de relação fixa, ao contrário das tradicionais CVTs, mostrou-se mais suave e discreta, tornando a condução mais pacífica. Outra novidade relacionada é a ausência da manete das mudanças que foi substituída por um sistema de botões. Embora esta ausência seja estranha e cause alguma confusão à primeira vista, a verdade é que é bastante fácil de interiorizar e de rapidamente nos habituarmos ao seu funcionamento.
Embora esta proposta híbrida possa circular em modo EV, as suas prestações não se comparam às dos verdadeiros elétricos, sendo isto mais notório na autonomia e nas acelerações que, ao invés do impulso imediato caraterístico dos EV, embora sejam assertivas desenrolam-se mais progressivamente. No entanto, apesar da curta distância em modo exclusivamente elétrico, a regeneração desta fonte de alimentação é realizada rapidamente, o que torna possível um frequente uso do modo EV.
Neste pré-lançamento as distâncias percorridas foram curtas mas, no percurso que nos foi possível realizar na marginal do Guincho e nas ruas periféricas, foi possível perceber que o conforto foi um dos fatores alvo do desenvolvimento da quinta geração do CR-V. Desde o silêncio absoluto do trabalhar do motor (apenas interrompido quando o de combustão entra num funcionamento de esforço) à forma como a suspensão lida com as imperfeições da estrada, passando pela agradável e consistente direção e pela limitada transferência sonora da rolagem ao habitáculo.
O percurso realizado não foi suficiente para avaliarmos os consumos devidamente mas, considerando a condução realizada alternada nos 3 modos (com arranques em modo "Sport" e EV), no final, o computador de bordo indicava uma média de consumo de 5,2 lt/100 km. Destaque aqui para o inovador e eficiente sistema i-MMD que, sempre que possível, dá prioridade ao funcionamento do motor elétrico.
À data deste artigo, o novo CR-V Hybrid está disponível em dois níveis de equipamento, Elegance e Lifestyle, com os preços a começarem nos 40.425€ (não incluindo despesas de legalização e transporte).
O custo da versão testada, equipada com o nível Lifestyle na cor opcional Castanho Agate Premium perolizada, é de 44.450€.
C. Ruivo
2.7.18
a
2.7.18
Ensaio > Civic 1.6 i-DTEC Executive Premium
Numa altura em que os veículos a diesel parecem ter entrado para a lista de espécies em vias de extinção, a Honda volta a apostar no seu 1.6 i-DTEC para equipar a 10ª geração do Civic. Alguns poderão achar estranha esta opção, mas a realidade é que em muitos mercados a resistência dos blocos a gasóleo ainda se faz sentir, muito por culpa do custo dos combustíveis.
8.5.18
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8.5.18
Ensaio > Civic Sedan 1.5 i-VTEC Executive
Quase uma década após ter sido retirada do mercado, a carroçaria de 4 portas do Civic retorna numa altura em que a "febre" dos SUV ainda se faz sentir. Desde que o Accord foi descontinuado na Europa em 2015, o segmento familiar da Honda europeia ficou algo desfalcado, muito por culpa da procura do mercado pelos versáteis hatchbacks e SUVs, ficando a oferta limitada ao CR-V e à Civic Tourer.
Com a chegada da nova geração do Civic, a Honda tomou a decisão de tentar inverter esta tendência e de substituir a versão Tourer, a qual também viu o fim chegar no final do ano passado, pela variante sedan.
6.4.18
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6.4.18
Ensaio > Civic Type R GT (2017)
O novo Civic Type R (FK8) é o segundo da sua espécie depois da marca renascer os míticos Honda do símbolo vermelho. Enquanto que o seu antecessor, o FK2, teve a missão e o peso de estar à altura da herança deixada pelos Rs que criaram uma legião de fãs, o FK8 surgiu com a missão de limar as arestas do seu antecessor e aprimorar as suas qualidades.
22.12.17
a
22.12.17
Ensaio > Civic 1.5 i-VTEC Turbo Prestige Auto
Depois de testada a versão de transmissão manual quisemos saber se, para além do descanso que a caixa CVT dá ao braço direito e à perna esquerda, esta traz alguma diferença aquela que é já considerada uma das melhores gerações do famoso modelo da Honda.
Para este ensaio foi-nos fornecida uma unidade do Civic equipada com tudo o que a marca tem para oferecer na motorização 1.5, o nível topo da gama Prestige, e durante os 4 dias em que estivemos com o carro tivemos a oportunidade de testá-lo em todos os tipos de estrada pavimentada e, graças a S. Pedro, com as condições meteorológicas mais frequentes do nosso clima: sol, chuva e nevoeiro.
DESIGN E EQUIPAMENTO
Este 1.5 CVT Prestige é exteriormente muito idêntico aos restantes dois níveis de equipamento para esta motorização, diferindo apenas na grelha dianteira, molduras das janelas e nos puxadores que passam a ser cromados, e na ausência das ponteiras do escape e guarnições desportivas nos spoilers dos níveis Sport.
A grelha dianteira, comum à restante família Civic, continua flanqueada pelos faróis em LED e sublinhada pelo desportivo e agressivo pára-choques com as enormes entradas de ar falsas preenchidas por "grelhas" onde se encontram as luzes de nevoeiro.
A grelha dianteira, comum à restante família Civic, continua flanqueada pelos faróis em LED e sublinhada pelo desportivo e agressivo pára-choques com as enormes entradas de ar falsas preenchidas por "grelhas" onde se encontram as luzes de nevoeiro.
No interior, a cor dominante continua a ser o preto com detalhes em carbono no tablier e portas, no entanto, pelo facto desta unidade estar pintada na cor Cinza Polished metalizada, o ambiente negro é quebrado pela clara cor Ivory dos revestimentos em pele dos bancos e painéis das portas, a diferença mais notória para os restantes níveis de equipamento do Civic 1.5 VTEC Turbo. À exceção dos exemplares pintados nas cores Cinza Polished e Preto Crystal, o revestimento dos bancos e portas é efetuado em pele preta.
O espaço continua confortável para quem viaje à frente ou atrás, com os bancos em pele a assumirem uma boa ergonomia e posição de condução. Na frente, embora os bancos tenham regulação elétrica para a zona lombar, infelizmente toda a restante regulação é manual e não existe opção de memorização. Exclusivo deste nível de equipamento são os bancos aquecidos tanto à frente como atrás, um luxo convidativo nos dias mais frios.
Mas não é só nos revestimentos que este Prestige se destaca dos restantes níveis Sport e Sport Plus. Quando se liga a ignição, notamos que a coloração do painel de instrumentos passou de vermelho (presente nos níveis mais desportivos) a azul, tonalidade também adotada nos 3 níveis de equipamento da motorização 1.0 VTEC Turbo.
O volante em pele continua a fornecer um bom contacto e a dar um bom controlo da direção, e a disposição dos vários comandos da climatização, sistemas de informação e assistência à distância de um confortável esticar do braço.
Na consola central, o ecrã de 7" tátil está perfeitamente ao alcance tanto do condutor como do passageiro, com a integração do sistema Honda CONNECT a permitir o acesso a várias informações, ao computador de bordo, ao sistema de navegação da Garmin e à integração de smartphones Android e Apple. Também é possível a instalação de aplicações por parte do utilizador mas apenas com o carro parado.
Apesar de já termos referido em ensaios anteriores, voltamos a frisar o método (algo confuso para os recém-proprietários) de reiniciar dos valores atuais dos consumos e distâncias percorridas que, tanto para o percurso "A" como para o "B" é feito à moda antiga através do "botão" analógico no painel de instrumentos, apesar de o histórico ser eliminado digitalmente no menu do computador de bordo através do ecrã de tátil.
Na zona inferior da consola, à frente da manete das mudanças, encontra-se a bandeja com o carregador sem fios para os smartphones compatíveis com a tecnologia. Esta função está disponível no 1.5 nos níveis Sport Plus e Prestige.
Entre os bancos, para quem não goste de segurar o volante com as duas mãos, um apoio deslizante oferece um suporte confortável para o braço e revela um generoso compartimento de arrumação com suportes para copos de tamanho normal e familiar.
Na bagageira de 478 lt, o prático "cofre", inexistente nas versões Sport e Sport Plus, é uma mais valia para quem pretende a ocultação de objetos ou o transporte de algo mais alto.
MOTOR E CONSUMOS
Apesar do bloco ser o mesmo 1.5 i-VTEC Turbo de 182 cv, nesta versão CVT existem ligeiras diferenças na disponibilização da potência e na quantidade de binário. Enquanto que na versão de transmissão manual, a potência máxima é gerada às 5500 rpm e o binário máximo de 240 Nm é disponibilizado entre as 1900 e as 5000 rpm, na versão CVT os 182 cv são alcançados 500 rpm depois e o binário cai para os 220 Nm entre as 1700 e as 5500 rpm, causando impacto quer na velocidade máxima (menos 20 km/h, segundo a marca) quer na resposta do motor.
Enquanto que na versão de transmissão manual o desempenho do motor se revelou bastante equilibrado e responsivo, com a entrada do turbo a ser praticamente impercetível, na versão CVT, a reação do motor 1.5 sai algo penalizada principalmente quando em modo automático "D".
Tal como já tínhamos verificado no ensaio ao HR-V 1.5 CVT, a relação desta caixa com o motor deixa algo a desejar, embora no Civic, pela existência do turbo, o comportamento geral do veículo se verifique menos amorfo em modo "D". Infelizmente, ficamos novamente com a sensação de que o "escalonamento" da CVT neste modo não foi bem conseguido, com o tempo de passagem entre velocidades a verificar-se algo longo e a redução demasiado lenta para situações onde a rapidez é essencial. Todo este comportamento da CVT evidencia o disparo do turbo, trazendo à memória o "lag" característico dos antigos diesel turbinados.
Outra situação que se pode tornar algo embaraçosa, são os arranques em "primeira". Com o modo "D" selecionado, para serem feitos de forma confortável, estes têm de ser efetuados com uma calma e progressiva aceleração de forma a que a passagem das "mudanças" seja feita discretamente, caso contrário, podemos tornar-nos alvo de alguns olhares de julgamento depreciativo como se não soubéssemos coordenar a aceleração com o ponto de embraiagem.
Todo este comportamento é normal numa transmissão CVT, vocacionada mais para uma condução calma e económica do que para uma condução desportiva, mas mesmo assim não deixa de ser desconcertante e até um pouco irritante.
Silencioso numa condução calma, o motor começa a fazer-se ouvir de uma forma menos agradável aquando de uma condução mais ativa e onde a lentidão na alteração automática das velocidades se reflete no "esticar da mudança". Aquilo que, a nível sonoro, parece mecanicamente correto e aceitável numa transmissão manual, com a CVT soa a algo desajustado.
Felizmente, todos estes sintomas deixam de se verificar quando optamos por selecionar o modo "S". Tanto a transmissão CVT como a unidade de 1498 cc passam a mostrar um comportamento mais em linha com o da versão de transmissão manual. Proporcionando uma progressão da aceleração mais regular e com as recuperações a serem efetuadas de forma mais rápida, segura e sem arrastamentos.
Relativamente aos consumos, comparativamente ao irmão com transmissão manual de 6 velocidades, e ao contrário do que se poderia esperar e do que habitualmente é apregoado, a caixa CVT em nada contribuiu para a redução dos consumos verificados com a versão 1.5 manual, antes pelo contrário.
Com um estilo de condução despreocupado idêntico ao efetuado no ensaio do manual, desta vez com modo ECON sempre ligado e após 881km, acabámos a experiência com o computador de bordo do 1.5 i-VTEC Turbo CVT a registar uma média combinada de 7.3lt/100km, mais 1 litro que a versão manual.
O ensaio compreendeu um misto de 20% em urbano, 40% em extra-urbano e 40% em autoestrada, registando-se valores de 7.6 lt/100km, 6.3 lt/100km e 5.9 lt/100km, respetivamente.
COMPORTAMENTO E SEGURANÇA
Entre os bancos, para quem não goste de segurar o volante com as duas mãos, um apoio deslizante oferece um suporte confortável para o braço e revela um generoso compartimento de arrumação com suportes para copos de tamanho normal e familiar.
Na bagageira de 478 lt, o prático "cofre", inexistente nas versões Sport e Sport Plus, é uma mais valia para quem pretende a ocultação de objetos ou o transporte de algo mais alto.
MOTOR E CONSUMOS
Apesar do bloco ser o mesmo 1.5 i-VTEC Turbo de 182 cv, nesta versão CVT existem ligeiras diferenças na disponibilização da potência e na quantidade de binário. Enquanto que na versão de transmissão manual, a potência máxima é gerada às 5500 rpm e o binário máximo de 240 Nm é disponibilizado entre as 1900 e as 5000 rpm, na versão CVT os 182 cv são alcançados 500 rpm depois e o binário cai para os 220 Nm entre as 1700 e as 5500 rpm, causando impacto quer na velocidade máxima (menos 20 km/h, segundo a marca) quer na resposta do motor.
Enquanto que na versão de transmissão manual o desempenho do motor se revelou bastante equilibrado e responsivo, com a entrada do turbo a ser praticamente impercetível, na versão CVT, a reação do motor 1.5 sai algo penalizada principalmente quando em modo automático "D".
Tal como já tínhamos verificado no ensaio ao HR-V 1.5 CVT, a relação desta caixa com o motor deixa algo a desejar, embora no Civic, pela existência do turbo, o comportamento geral do veículo se verifique menos amorfo em modo "D". Infelizmente, ficamos novamente com a sensação de que o "escalonamento" da CVT neste modo não foi bem conseguido, com o tempo de passagem entre velocidades a verificar-se algo longo e a redução demasiado lenta para situações onde a rapidez é essencial. Todo este comportamento da CVT evidencia o disparo do turbo, trazendo à memória o "lag" característico dos antigos diesel turbinados.
Outra situação que se pode tornar algo embaraçosa, são os arranques em "primeira". Com o modo "D" selecionado, para serem feitos de forma confortável, estes têm de ser efetuados com uma calma e progressiva aceleração de forma a que a passagem das "mudanças" seja feita discretamente, caso contrário, podemos tornar-nos alvo de alguns olhares de julgamento depreciativo como se não soubéssemos coordenar a aceleração com o ponto de embraiagem.
Todo este comportamento é normal numa transmissão CVT, vocacionada mais para uma condução calma e económica do que para uma condução desportiva, mas mesmo assim não deixa de ser desconcertante e até um pouco irritante.
Silencioso numa condução calma, o motor começa a fazer-se ouvir de uma forma menos agradável aquando de uma condução mais ativa e onde a lentidão na alteração automática das velocidades se reflete no "esticar da mudança". Aquilo que, a nível sonoro, parece mecanicamente correto e aceitável numa transmissão manual, com a CVT soa a algo desajustado.
Felizmente, todos estes sintomas deixam de se verificar quando optamos por selecionar o modo "S". Tanto a transmissão CVT como a unidade de 1498 cc passam a mostrar um comportamento mais em linha com o da versão de transmissão manual. Proporcionando uma progressão da aceleração mais regular e com as recuperações a serem efetuadas de forma mais rápida, segura e sem arrastamentos.
Relativamente aos consumos, comparativamente ao irmão com transmissão manual de 6 velocidades, e ao contrário do que se poderia esperar e do que habitualmente é apregoado, a caixa CVT em nada contribuiu para a redução dos consumos verificados com a versão 1.5 manual, antes pelo contrário.
Com um estilo de condução despreocupado idêntico ao efetuado no ensaio do manual, desta vez com modo ECON sempre ligado e após 881km, acabámos a experiência com o computador de bordo do 1.5 i-VTEC Turbo CVT a registar uma média combinada de 7.3lt/100km, mais 1 litro que a versão manual.
O ensaio compreendeu um misto de 20% em urbano, 40% em extra-urbano e 40% em autoestrada, registando-se valores de 7.6 lt/100km, 6.3 lt/100km e 5.9 lt/100km, respetivamente.
COMPORTAMENTO E SEGURANÇA
A prévia experiência com a versão de caixa manual de 6 velocidades deu-nos a oportunidade para nos focarmos mais no desempenho e na relação do chassis com a caixa CVT de 7 velocidades. E, embora aspetos como a direção leve, precisa e rápida ou a excelência do comportamento geral da plataforma continuem presentes em todas as situações, quando utilizada exclusivamente em modo "D", a caixa CVT compromete ligeiramente o comportamento do chassis numa condução mais apressada. Não que haja algo de estruturalmente diferente, mas a introdução automática de certas velocidades mostrou-se demasiado lenta para a resposta que se desejava, provocando um comportamento mais solto por parte do chassis em estradas sinuosas. Para suprimir este efeito bastou selecionar o modo "S" conjugado com a introdução manual das velocidades através das patilhas no volante para que o cenário se alterasse, aproximando o comportamento desta versão CVT à da transmissão manual e permitindo travar mais tarde e acelerar mais cedo em curva.
Em estradas sinuosas, quer com a suspensão em modo normal quer com a suspensão adaptativa ligada, ajudada pelos pneus Michelin, a nova plataforma do Civic reforçou a sua competência, agarrando o carro à estrada e controlando eficientemente ambas sub e sobreviragem quer em piso molhado como em seco.
Em estradas sinuosas, quer com a suspensão em modo normal quer com a suspensão adaptativa ligada, ajudada pelos pneus Michelin, a nova plataforma do Civic reforçou a sua competência, agarrando o carro à estrada e controlando eficientemente ambas sub e sobreviragem quer em piso molhado como em seco.
Em
auto-estrada, o comportamento manteve-se linear e o andamento suave e
confortável, ajudando na prevenção da fadiga em longas viagens.
No geral, a suspensão firme q.b. suprime eficientemente a grande maioria das imperfeições das nossas estradas providenciando uma viagem segura e confortável. Os
pneus 235/45 que equipam as jantes de 17" oferecem uma boa aderência e a
travagem produzida pelos travões dianteiros de 16" é eficaz, não havendo necessidade de exercer muita força no
pedal.
A nível de segurança e assistência à condução, o novo Civic hatchback conseguiu em julho deste ano uma classificação de 4 estrelas nos testes do EuroNCAP (1.0 e 1.5). No entanto, em finais de novembro, o modelo foi submetido a nova avaliação tendo subido para a classificação máxima de 5 estrelas. Esta nova classificação abrange ambas as motorizações do Civic hatchback fabricadas após 25 de setembro de 2017.
Tal como as unidades já ensaiadas, o Civic hatchback 1.5 Prestige vem equipado de série com um impressionante conjunto de sistemas de monitorização, de segurança ativa e assistência à condução, contando com 8 airbags, Travagem Atenuante de Colisões (CMBS), Avisador de Colisão Frontal (FCW), Avisador de Saída de Faixa (LDW), Atenuação de Saída de Faixa (RDM), Assistência à Manutenção na Faixa de Rodagem (LKAS), Controlo da Velocidade de Cruzeiro Adaptável (ACC), Controlo Inteligente da Velocidade de Cruzeiro Adaptável (i-ACC), Reconhecimento de Sinalização de Trânsito (TSR), Limitador Inteligente da Velocidade (ISA), Alerta de Esvaziamento dos Pneus (DWS), Assistência à Travagem (BA), Distribuição Eletrónica da Travagem (EBD), Assistência ao Arranque em Subida (HSA), Assistência à Estabilidade do Veículo (VSA), Suporte da Iluminação dos Máximos (HSS) e Sistema de Paragem de Emergência, Sistema de Informação do Ângulo Morto (BSI) e Monitor de Trânsito Lateral (CTM), cujos avisos são visualizado através de um sinal luminoso no respetivo espelho retrovisor.
A nível de segurança e assistência à condução, o novo Civic hatchback conseguiu em julho deste ano uma classificação de 4 estrelas nos testes do EuroNCAP (1.0 e 1.5). No entanto, em finais de novembro, o modelo foi submetido a nova avaliação tendo subido para a classificação máxima de 5 estrelas. Esta nova classificação abrange ambas as motorizações do Civic hatchback fabricadas após 25 de setembro de 2017.
Tal como as unidades já ensaiadas, o Civic hatchback 1.5 Prestige vem equipado de série com um impressionante conjunto de sistemas de monitorização, de segurança ativa e assistência à condução, contando com 8 airbags, Travagem Atenuante de Colisões (CMBS), Avisador de Colisão Frontal (FCW), Avisador de Saída de Faixa (LDW), Atenuação de Saída de Faixa (RDM), Assistência à Manutenção na Faixa de Rodagem (LKAS), Controlo da Velocidade de Cruzeiro Adaptável (ACC), Controlo Inteligente da Velocidade de Cruzeiro Adaptável (i-ACC), Reconhecimento de Sinalização de Trânsito (TSR), Limitador Inteligente da Velocidade (ISA), Alerta de Esvaziamento dos Pneus (DWS), Assistência à Travagem (BA), Distribuição Eletrónica da Travagem (EBD), Assistência ao Arranque em Subida (HSA), Assistência à Estabilidade do Veículo (VSA), Suporte da Iluminação dos Máximos (HSS) e Sistema de Paragem de Emergência, Sistema de Informação do Ângulo Morto (BSI) e Monitor de Trânsito Lateral (CTM), cujos avisos são visualizado através de um sinal luminoso no respetivo espelho retrovisor.
Comum a todas as motorizações equipadas com caixa CVT é a função de Seguimento a Baixa Velocidade, especialmente útil em longas viagens em auto-estrada e como prevenção de acidentes por distração. Esta função regula a velocidade de cruzeiro mantendo uma distância de segurança pré-estabelecida relativamente à viatura que circule à nossa frente. Caso essa viatura abrande ou pare subitamente, o sistema deteta essa variação e regula a velocidade ou pára automaticamente o veículo sem necessidade de nenhuma ação por parte do condutor.
O sistema de Seguimento a Baixa Velocidade, em conjunto com o LKAS e o RDM, atua como um género de condução semi-autónoma (mas não devem ser usados como tal), exercendo pequenas correções na direção e velocidade de forma a manter o veículo na faixa de rodagem e a uma distância de segurança regulada pela velocidade do veículo da frente, mesmo que a velocidade de cruzeiro pré-estabelecida seja superior à desse veículo.
Por último, destacamos o excelente funcionamento do sistema automático de iluminação HSS que, mesmo em situações de nevoeiro, continuou a detetar os veículos e a regular automaticamente o acionamento dos máximos de forma eficiente. A nosso ver seria uma mais valia para a segurança se, no futuro, esta tecnologia fosse aplicada também ao funcionamento dos faróis de nevoeiro.
Todos os sistemas funcionam de forma eficiente e o modo de aviso de alguns pode mesmo ser personalizado através do ecrã de 7".
VALORES
VEREDITO
Resumindo e concluindo, este 1.5 i-VTEC Turbo CVT é um carro feito para um andamento linear e suave, e o perfeito compromisso para quem passa longos períodos no trânsito congestionado das cidades mas sem comprometer o desempenho fora destas. Ainda que, com os seus 182 cv e excelente chassis, seja senhor de uma boa performance, ao contrário do irmão de transmissão manual, não foi uma versão do Civic que nos tenha causado grande emoção.
Infelizmente, a insistente opção da Honda em equipar os seus modelos com esta transmissão CVT (em detrimento das sequenciais, por exemplo), na nossa opinião, torna esta versão do Civic a menos interessante de se conduzir e provavelmente a menos apelativa para quem está habituado a caixas manuais. Claro que o caso muda de figura se a caixa automática for imperativamente necessária, sendo que se estivéssemos perante um cenário destes o mais provável era termos o modo "S" selecionado 90% do tempo, mesmo às custas de um maior consumo.
Ainda assim, se pensarmos no Civic globalmente, continuamos convictos de que esta geração do modelo mais popular da marca nipónica é uma das melhores. O formidável comportamento geral da nova plataforma, performance e oferta de equipamento de série, fazem do novo Civic uma excelente escolha.
E, para quem pretende fazer muitos quilómetros e tem os consumos sempre presentes no pensamento, lembramos que a versão a diesel chegará ao mercado europeu já a partir do próximo mês de março.
C. Ruivo
O sistema de Seguimento a Baixa Velocidade, em conjunto com o LKAS e o RDM, atua como um género de condução semi-autónoma (mas não devem ser usados como tal), exercendo pequenas correções na direção e velocidade de forma a manter o veículo na faixa de rodagem e a uma distância de segurança regulada pela velocidade do veículo da frente, mesmo que a velocidade de cruzeiro pré-estabelecida seja superior à desse veículo.
Por último, destacamos o excelente funcionamento do sistema automático de iluminação HSS que, mesmo em situações de nevoeiro, continuou a detetar os veículos e a regular automaticamente o acionamento dos máximos de forma eficiente. A nosso ver seria uma mais valia para a segurança se, no futuro, esta tecnologia fosse aplicada também ao funcionamento dos faróis de nevoeiro.
Todos os sistemas funcionam de forma eficiente e o modo de aviso de alguns pode mesmo ser personalizado através do ecrã de 7".
VALORES
O
Civic 1.5 i-VTEC Turbo CVT está a ser comercializado em 3 níveis de
equipamento: Sport (valor base de 33.010€), Sport Plus (valor base de
35.010€) e Prestige (valor base de 36.010€).
Se
juntarmos a pintura metalizada (550€), neste caso em Cinzento Polished
Metal, e a taxa Eco, o valor da versão ensaiada, a Prestige, sobe para
os 36.566€.
A estes valores acresce ainda as despesas de logística e transporte (1.175€).
VEREDITO
Do que gostámos?
Comportamento da suspensão e chassis
Honda SENSING de série (sistemas de segurança ativa e assistência à condução)
Posição de condução
Qualidade da iluminação em LED
Sistema de suporte da iluminação dos máximos (HSS)
Sistema de Seguimento a Baixa Velocidade
A melhorar?
Comportamento da suspensão e chassis
Honda SENSING de série (sistemas de segurança ativa e assistência à condução)
Posição de condução
Qualidade da iluminação em LED
Sistema de suporte da iluminação dos máximos (HSS)
Sistema de Seguimento a Baixa Velocidade
A melhorar?
Comportamento da caixa CVT, principalmente em modo automático "D"
Regulação dos bancos frontais (elétrica e com memória, como opcional nos níveis de equipamento de topo)
Regulação dos bancos frontais (elétrica e com memória, como opcional nos níveis de equipamento de topo)
Resumindo e concluindo, este 1.5 i-VTEC Turbo CVT é um carro feito para um andamento linear e suave, e o perfeito compromisso para quem passa longos períodos no trânsito congestionado das cidades mas sem comprometer o desempenho fora destas. Ainda que, com os seus 182 cv e excelente chassis, seja senhor de uma boa performance, ao contrário do irmão de transmissão manual, não foi uma versão do Civic que nos tenha causado grande emoção.
Infelizmente, a insistente opção da Honda em equipar os seus modelos com esta transmissão CVT (em detrimento das sequenciais, por exemplo), na nossa opinião, torna esta versão do Civic a menos interessante de se conduzir e provavelmente a menos apelativa para quem está habituado a caixas manuais. Claro que o caso muda de figura se a caixa automática for imperativamente necessária, sendo que se estivéssemos perante um cenário destes o mais provável era termos o modo "S" selecionado 90% do tempo, mesmo às custas de um maior consumo.
Ainda assim, se pensarmos no Civic globalmente, continuamos convictos de que esta geração do modelo mais popular da marca nipónica é uma das melhores. O formidável comportamento geral da nova plataforma, performance e oferta de equipamento de série, fazem do novo Civic uma excelente escolha.
E, para quem pretende fazer muitos quilómetros e tem os consumos sempre presentes no pensamento, lembramos que a versão a diesel chegará ao mercado europeu já a partir do próximo mês de março.
C. Ruivo
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